Negociação coletiva - 2020/2021

A categoria econômica dos condomínios através do SINDICATO PATRONAL - SICON vem a público destacar o seguinte:

1 - O comportamento da grande parte da categoria profissional dos empregados em condomínios é um exemplo a ser seguido, tendo em vista o desprendimento apresentado, fazendo-se presente de modo incansável no dia a dia, a partir  da chegada do COVID-19 nas cidades do nosso litoral paulista;

2 - Desde o primeiro semestre de 2020 temos mantido entendimentos com os sindicatos dos trabalhadores das cidades por nós representadas, ou seja, Caraguatatuba, Cubatão, Ilha Bela, Itanhaém, Mongaguá, Peruíbe, Praia Grande, Santos, São Sebastião, São Vicente e Ubatuba, sendo certo que a data base foi garantida.

Convém ressaltar, que os sindicatos no inicio da pandemia e já prevendo os reflexos financeiros para ambas as categorias (laboral e patronal), em acordo devidamente assinado e registrado, optaram pela suspensão das negociações coletivas do corrente ano, inclusive a não concessão de nenhum reajuste salarial e cesta básica até julho de 2021, por conta do caos econômico e social que vivemos.

3 - a partir do início do mês de dezembro, com a reclassificação de todas as cidades litorâneas representadas pelo SICON, as restrições quanto a aglomerações impedem a realização de assembleias, que é o instrumento legal pelo qual se pode reunir as categorias e debater pautas de reivindicações, sejam elas quais forem.

Considerando tais situações, as quais não foram causadas pela categoria econômica, reiteramos nosso posicionamento quanto a não ser possível qualquer reajustamento, pois embora saibamos da necessidade da classe laboral, também temos que considerar o aspecto eonomico que impactou os condomínios, com muitos desempregados, vários com redução de jornada e salarial, causando verdadeiro descontrole financeiro em inúmeros condomínios, sejam eles de grande ou pequeno porte.

Ainda assim, é importante salientar que essa suspensão já foi acordada entre os sindicatos, não havendo motivo para manifestações e insurgências quanto à suspensão, uma vez que isso foi acordado entre ambos. É preciso enxergar que, a crise de saúde e financeira ainda persiste, e que nossa primeira intenção é a garantia do posto de trabalho, pois através dele se mantém a dignidade humana e se sustentam as famílias!

Não é hora de gritar "Negociações coletivas já" é hora de gritar "Salvem os postos de trabalho"!


Santos, 07 de dezembro de 2020.


Rubens José Reis Moscatelli - Presidente SICON

                


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